O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) intensificou suas críticas ao governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) nas redes sociais, mantendo o tom de confronto apesar dos pedidos de moderação de aliados políticos.

Em nova manifestação no Instagram, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez declarações contundentes sobre Tarcísio — o que isso revela sobre a direita brasileira
Nos últimos meses, muita gente que acompanha política tem sentido uma certa estranheza: de um lado, Eduardo Bolsonaro, um dos principais nomes do bolsonarismo; de outro, Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo e ex-ministro de Jair Bolsonaro.
Em vez de caminhar lado a lado, como já fizeram tantas vezes, os dois passaram a trocar recados públicos, especialmente nas redes sociais.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) intensificou suas críticas ao governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) nas redes sociais, mantendo o tom de confronto apesar dos pedidos de moderação de aliados políticos. Em nova manifestação no Instagram, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez declarações contundentes sobre Tarcísio.
Essa frase, longa e pesada, resume bem o clima: não é apenas uma opinião diferente, é um embate direto entre duas figuras que até pouco tempo eram apresentadas como parte do mesmo grupo político.
Para quem está de fora, pode parecer “briga de gente poderosa” que não muda nada na vida real. Mas, na prática, esse conflito fala muito sobre o futuro da direita no Brasil, sobre as eleições que vêm pela frente e sobre como as decisões tomadas hoje influenciam empregos, economia, impostos e o dia a dia de milhões de pessoas.
Neste artigo, vamos conversar sobre isso de forma muito simples, como se estivéssemos sentados na sala da sua casa. Sem frases difíceis, sem juridiquês, sem economês. A ideia é que qualquer pessoa consiga entender, mesmo quem não acompanha política todo dia.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) intensificou suas críticas ao governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) nas redes sociais, mantendo o tom de confronto apesar dos pedidos de moderação de aliados políticos. Em nova manifestação no Instagram, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez declarações contundentes sobre Tarcísio.
O que essa frase significa na prática?
Vamos traduzir essa frase em partes, de forma bem simples:
- “Intensificou suas críticas”: ele já vinha criticando, mas agora aumentou o tom. Em vez de um comentário isolado, virou uma sequência de ataques, principalmente em redes como X (antigo Twitter) e Instagram.VEJA
- “Mantendo o tom de confronto”: mesmo depois de aliados pedirem calma, ele não recuou. Ou seja, a discussão não foi esfriando, foi aumentando.
- “Pedidos de moderação de aliados”: gente próxima, que normalmente está no mesmo lado político, pediu para reduzir o tom, para não virar uma guerra pública.
- “Declarações contundentes sobre Tarcísio”: não foram apenas críticas leves; foram falas duras, questionando postura, decisões e até alianças políticas do governador.
Na política, esse tipo de fala pública tem impacto. Não é só “desabafo”. É recado para várias plateias ao mesmo tempo:
- Para a base bolsonarista, que acompanha tudo nas redes.
- Para o próprio Tarcísio, que entende que aquilo não é por acaso.
- Para outros políticos do bloco da direita, que precisam decidir de que lado vão ficar.
Quem é Eduardo Bolsonaro nesse tabuleiro político?

Um dos principais herdeiros políticos de Jair Bolsonaro
Eduardo Bolsonaro não é apenas “mais um deputado”. Ele é:
- filho de Jair Bolsonaro;
- deputado federal por São Paulo;
- figura central na articulação com a direita internacional, especialmente com Donald Trump e aliados nos Estados Unidos.Wikipédia+1
Nos últimos anos, Eduardo se destacou:
- na defesa das pautas de direita e extrema-direita;
- no uso intenso das redes sociais para pautar debates;
- recentemente, na atuação nos Estados Unidos, articulando sanções contra autoridades brasileiras e apoiando medidas como o “tarifaço” de Donald Trump, que afetou produtos brasileiros.Wikipédia+1
Tudo isso faz com que ele seja visto, por parte da base bolsonarista, como alguém “linha dura”, que prefere o confronto direto, especialmente com instituições como o Supremo Tribunal Federal (STF).
Por que isso importa para a briga com Tarcísio?
Porque Eduardo tem um papel muito ligado à “militância digital” e ao discurso mais radical. Ele fala para o público que quer “pegar pesado” com o STF, com a esquerda, com adversários em geral. Quando ele ataca Tarcísio, ele não está falando só com o governador: ele está mobilizando justamente esse público mais inflamado.
Quem é Tarcísio de Freitas hoje?
De ministro de Bolsonaro a governador de São Paulo
Tarcísio de Freitas foi ministro da Infraestrutura no governo Jair Bolsonaro. Depois, em 2022, disputou e venceu a eleição para governador de São Paulo, o estado mais rico e populoso do país, com apoio direto do ex-presidente.Wikipédia
Desde então, Tarcísio:
- assumiu o governo de São Paulo com discurso de gestor técnico, alguém que foca em obras, concessões, investimentos e segurança pública;
- manteve ligação com a base bolsonarista, mas começou a orbitar também outros grupos políticos, como setores do Centrão e lideranças empresariais.Wikipédia
Um nome forte para o futuro
Com o tempo, Tarcísio passou a ser visto como um possível candidato à Presidência, seja em 2026 ou mais adiante, especialmente por quem deseja alguém:
- alinhado a pautas econômicas liberais;
- conservador em costumes, mas com imagem mais “moderada” do que a de Jair e Eduardo Bolsonaro;
- capaz de dialogar com o mercado e com partidos tradicionais.
É justamente essa imagem de “nome viável” para o futuro que ajuda a explicar o conflito atual.
Como começou o atrito público entre Eduardo Bolsonaro e Tarcísio?
A crise do “tarifaço” e a disputa de protagonismo
Um dos pontos centrais da briga foi a crise gerada pelas tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros, anunciadas pelo governo Donald Trump.Reuters+1
Enquanto Eduardo atuava nos EUA defendendo uma linha dura contra o STF e autoridades brasileiras, Tarcísio, como governador de São Paulo, foi em outra direção: buscou diálogo com interlocutores do governo Trump para tentar reduzir o impacto econômico do tarifaço sobre o Brasil, especialmente sobre a economia paulista.VEJA
Na prática, isso gerou dois movimentos diferentes:
- Eduardo, com foco em pressão política e punições a autoridades brasileiras;
- Tarcísio, com foco em negociação econômica para proteger empresas e empregos no Brasil.
As críticas públicas
Eduardo passou a criticar Tarcísio nas redes, acusando-o, em resumo, de:
- “ofuscar” sua atuação nos EUA;
- agir de forma considerada “subserviente” ao empresariado;
- não seguir a mesma linha de enfrentamento adotada pelo núcleo mais radical do bolsonarismo.VEJA
Já Tarcísio adotou tom bem diferente: tentou baixar a temperatura, reforçando que seu objetivo era defender empregos e a economia, e que não via problema em conversar com diferentes atores internacionais para isso.
O papel das redes sociais: tudo vira palco
Quando o Instagram vira palanque
A “nova manifestação” de Eduardo, citada na palavra-chave principal, aconteceu justamente em uma rede social: o Instagram. Ali, ele reforçou críticas a Tarcísio, questionou escolhas políticas e deu recados que, claramente, não eram apenas para o governador, mas para toda a base de direita.
Em um cenário em que milhões de pessoas acompanham cada postagem, cada story e cada comentário, qualquer atrito se amplifica. Perfis de jornais, portais de notícias e páginas políticas replicaram o caso, aumentando o alcance da briga.Instagram+1
O efeito do “espetáculo”
Quando um conflito político vai para as redes, três coisas costumam acontecer:
- A base se divide
Parte do público apoia Eduardo, parte defende Tarcísio. Isso gera discussões, brigas em comentários e até rompimentos em grupos de WhatsApp. - A imprensa cobre e amplia o alcance
Portais, jornais e TVs passam a noticiar o conflito como algo relevante — e é mesmo, pelo peso dos dois nomes.VEJA - Outros políticos se posicionam
Deputados, senadores e dirigentes de partidos começam a escolher lado, mesmo que de forma discreta. Isso mexe com alianças e futuras negociações.
O Centrão, os aliados e a leitura de bastidor
Como o “Centrão” enxergou o ataque
Reportagens de bastidor apontam que líderes de partidos como MDB, PP, PSD e Republicanos consideraram que Eduardo errou ao subir o tom contra Tarcísio. Na visão desses políticos, o governador de São Paulo tende a ser um nome natural para disputar a Presidência no campo da direita, caso Jair Bolsonaro não consiga reverter sua situação de inelegibilidade.
Para esse grupo, o ataque público:
- fragiliza o campo conservador;
- passa a impressão de desorganização interna;
- pode afastar aliados que preferem estabilidade e unidade.
E Jair Bolsonaro, como fica?

Em alguns momentos, o próprio Jair Bolsonaro foi chamado a comentar o conflito. Ele chegou a afirmar, em entrevistas, que havia conversado com os dois e que “estava tudo pacificado”, reforçando elogios a Tarcísio como “grande gestor” e dizendo que não queria divisão dentro da direita.
Mas, mesmo com tentativas de acalmar o clima, a sequência de críticas mostra que as feridas não se fecharam completamente.
O que está em jogo: liderança e futuro da direita
Disputa de espaço para 2026 e além
Quando olhamos com calma, o conflito não é apenas pessoal, ele é político e estratégico. Estão em jogo:
- quem vai liderar a direita nas próximas eleições;
- quem terá mais peso para indicar nomes, montar chapas e negociar alianças;
- qual será o “estilo” dessa liderança: mais agressivo, como Eduardo, ou mais técnico e negociador, como Tarcísio é vendido para o público.
Alguns cenários possíveis:
- Cenário 1: Jair Bolsonaro tenta reverter a inelegibilidade e disputar novamente. Nesse caso, a briga por protagonismo entre Eduardo e Tarcísio pode ser “empurrada” mais para frente.Reuters
- Cenário 2: Jair não consegue ser candidato. Aí, a pressão aumenta: parte do bolsonarismo vai olhar para Eduardo, outra parte para Tarcísio, e o campo pode se dividir de forma mais clara.
Perfis diferentes, público parecido
Eduardo fala com o eleitor que gosta de confronto direto, que aplaude falas mais duras e que se sente representado por alguém que “não tem medo de enfrentar o sistema”.
Tarcísio fala com quem se preocupa com:
- capacidade de gestão;
- obras e investimentos;
- articulação com mercado e prefeitos;
- e, ao mesmo tempo, quer alguém alinhado ao “legado Bolsonaro”.Wikipédia
O problema é que boa parte desse público é a mesma. E quando dois líderes disputam o mesmo grupo de apoiadores, o choque vira quase inevitável.
Impactos práticos para São Paulo e para o Brasil
Para o governo de São Paulo
Quando um governador entra no meio de um conflito nacional dentro de seu próprio campo político, ele precisa equilibrar vários pratos:
- manter apoio da base conservadora;
- não perder a confiança de empresários e investidores;
- seguir governando com uma Assembleia Legislativa que também acompanha essa disputa.Wikipédia
Se o conflito com Eduardo se agrava, Tarcísio pode enfrentar:
- pressão maior de alas mais radicais do bolsonarismo;
- ataques constantes nas redes, que desgastam sua imagem;
- dificuldade para alinhar estratégia nacional com sua agenda estadual.
Para o cenário nacional
No Brasil, a fragmentação de um campo político costuma fortalecer o lado oposto. Se a direita e o bolsonarismo se dividem entre “time Eduardo” e “time Tarcísio”, isso pode:
- facilitar a vida de adversários em eleições majoritárias;
- gerar confusão no eleitorado que sempre votou “em quem Bolsonaro mandar”;
- abrir espaço para outros nomes conservadores de fora do núcleo bolsonarista.
Como isso afeta o eleitor comum?
A sensação de “decepção” e “cansaço”
Para muita gente que acompanha essa briga, o sentimento é de decepção:
- “Eles não deveriam estar brigando entre si.”
- “Parece que é mais disputa de ego do que preocupação com o país.”
Esse tipo de percepção é muito importante, porque mexe com:
- confiança em lideranças;
- engajamento em campanhas;
- disposição de defender publicamente um grupo político.
O que o eleitor pode observar nesse tipo de conflito
Sem dizer em quem você deve ou não votar, algumas perguntas ajudam a analisar a situação de forma mais madura:
- Quem está focado em resolver problemas concretos, como emprego, inflação, segurança?
- Quem está mais preocupado em provar que “tem razão” nas redes sociais?
- Quem busca construir pontes e quem prefere romper de vez?
Essas perguntas não têm resposta única. Cada pessoa, com sua experiência de vida, vai enxergar de uma forma. Mas olhar para isso com calma ajuda a não cair em brigas vazias.
Sugestão de links externos (fontes jornalísticas):
- Reportagem sobre Eduardo Bolsonaro voltar a atacar Tarcísio nas redes (Veja).VEJA
- Análises de bastidor sobre a disputa entre Eduardo e Tarcísio e a posição do Centrão (Metrópoles).
- Informações de contexto sobre o governo de Tarcísio em São Paulo (Wikipédia).Wikipédia
Conclusão: não é só sobre uma postagem, é sobre projeto de poder
Quando a gente vê a frase:
“O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) intensificou suas críticas ao governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) nas redes sociais, mantendo o tom de confronto apesar dos pedidos de moderação de aliados políticos. Em nova manifestação no Instagram, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez declarações contundentes sobre Tarcísio.”
Pode parecer apenas desentendimento momentâneo. Mas, olhando com cuidado, fica claro que:
- há uma disputa real por espaço e liderança dentro da direita;
- existem projetos diferentes sobre como enfrentar instituições, governos estrangeiros e crises econômicas;
- esse tipo de conflito mexe com eleitorado, partidos e alianças que vão definir os próximos anos do país.
Ao entender o contexto, você deixa de ser apenas espectador de uma briga e passa a enxergar o tabuleiro inteiro: quem ganha, quem perde, quem arrisca tudo e quem prefere negociar.
Principais pontos do artigo (resumo em bullet points)
- Eduardo Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, antes aliados, entraram em rota de colisão pública nas redes sociais.
- O deputado intensificou as críticas ao governador, mantendo o tom de confronto mesmo após pedidos de moderação de aliados.VEJA
- A nova manifestação de Eduardo no Instagram trouxe declarações ainda mais duras sobre a postura política de Tarcísio.Instagram+1
- O estopim do conflito foi, em parte, a crise das tarifas de 50% dos EUA contra produtos brasileiros, que expôs diferenças de estratégia entre os dois.Reuters+1
- Eduardo se posiciona com uma linha mais radical, focada em confronto com o STF e pressão internacional.Wikipédia+1
- Tarcísio tenta se consolidar como gestor técnico, dialogando com mercado, prefeitos, Centrão e líderes internacionais.Wikipédia
- O Centrão e parte da classe política avaliaram que Eduardo errou ao subir o tom contra o governador.
- Jair Bolsonaro tenta reduzir o conflito, elogiando Tarcísio e afirmando que não quer divisão na direita.
- A disputa afeta diretamente o futuro da direita brasileira, especialmente se Jair continuar inelegível.Reuters
- Para o eleitor, entender esse conflito ajuda a avaliar melhor discursos, promessas e projetos de poder que vão muito além de uma simples postagem nas redes sociais.
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