Bolsonaro tende à extinção: o derretimento do bolsonarismo e a perda de relevância da família Bolsonaro
Nos últimos anos, você deve ter percebido uma mudança de clima em relação a Jair Bolsonaro e à sua família. Aquele nome que dominava as manchetes, pautava as redes sociais e parecia estar em todos os debates políticos já não ocupa mais o mesmo espaço. Não é que o ex-presidente e seus filhos tenham sumido completamente, mas a sensação é de um “desbotamento”, um desgaste contínuo.
Bolsonaro tende à extinção como figura central do jogo político brasileiro, pelo menos da forma como atuou entre 2018 e 2022. Isso não significa que seus apoiadores desapareceram, mas que o “fenômeno Bolsonaro” já não tem a mesma força para decidir sozinho eleições, dominar a agenda pública ou impor medo a adversários como antes. Uma combinação de decisões da Justiça, investigações, derrotas eleitorais e cansaço de parte da população vem mudando o cenário. Justiça Eleitoral+2Agência Brasil+2
Neste texto, a ideia é conversar com você como se estivéssemos na cozinha, tomando um café. Vamos explicar, com calma e em linguagem simples, por que tanta gente fala em “derretimento do bolsonarismo”, o que está acontecendo com a família Bolsonaro e por que muita gente já discute quem será o próximo nome da direita no Brasil.
Bolsonaro tende à extinção: o que essa frase quer dizer

Não é sumir do mapa, é perder o protagonismo
Quando alguém diz que “Bolsonaro tende à extinção”, não está falando que o ex-presidente vai desaparecer da noite para o dia, como se nunca tivesse existido. O que está em jogo aqui é outra coisa: o fim de um ciclo de protagonismo absoluto.
Durante alguns anos, tudo girava em torno de Bolsonaro:
- era ele quem mobilizava multidões nas ruas;
- era ele quem dominava as redes sociais;
- era ele quem dava o tom do debate público, para o bem ou para o mal.
Hoje, essa centralidade está sendo corroída por vários fatores:
- Inelegibilidade prolongada – Bolsonaro foi declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por oito anos, por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, depois de usar uma reunião com embaixadores para atacar o sistema de votação eletrônico.Justiça Eleitoral+2Agência Brasil+2
- Nova condenação eleitoral – ele também foi condenado por abuso de poder político e econômico no 7 de Setembro de 2022, reforçando a imagem de alguém que extrapolou limites institucionais. Justiça Eleitoral
- Condenações criminais e pena longa – em 2025, o Supremo Tribunal Federal condenou Bolsonaro por sua participação na trama golpista após a derrota em 2022, com uma pena de 27 anos de prisão, consolidando uma virada histórica na sua trajetória. Financial Times
- Restrições duras – antes da condenação definitiva, ele já vinha cumprindo medidas cautelares, foi colocado em prisão domiciliar por descumprir regras judiciais e ficou proibido de usar redes sociais e de receber visitas, salvo seus advogados. Le Monde.fr
Em paralelo, decisões recentes comunicadas pelo ministro Alexandre de Moraes ao TSE apontam que, somando diferentes condenações eleitorais, a inelegibilidade de Bolsonaro pode se estender por décadas, chegando a 35 anos, o que praticamente o afasta de qualquer disputa eleitoral futura relevante. Gazeta do Povo
Tudo isso tira de Bolsonaro a principal arma que ele sempre teve: a perspectiva real de voltar ao poder pelo voto.
Como o bolsonarismo cresceu e virou um “furacão” político
Um resumo rápido para quem não acompanhou tudo
Para entendermos o “derretimento”, é importante lembrar como o bolsonarismo cresceu.
- Em 2018, Bolsonaro saiu de uma carreira discreta como deputado para se transformar em presidente da República, surfando em sentimentos de revolta contra a política tradicional, rejeição ao PT e promessas de “combate à corrupção” e “tolerância zero” com o crime.
- Ele se apresentou como alguém “de fora do sistema”, mesmo tendo décadas de Congresso.
- A internet virou sua principal arma: lives semanais, correntes de WhatsApp, vídeos virais, perfis militantes no X (Twitter) e no Instagram.
Esse pacote agradou milhões de pessoas que estavam cansadas:
- da crise econômica;
- de escândalos de corrupção;
- de discursos políticos muito formais, pouco diretos.
Era como se Bolsonaro dissesse em voz alta o que muita gente falava em conversas de bar, de família ou de trabalho.
A força da família Bolsonaro

A família Bolsonaro virou uma espécie de “marca política”:
- Flávio Bolsonaro (senador) ganhou relevância como articulador político;
- Carlos Bolsonaro (vereador no Rio) assumiu o papel de “guerreiro digital” e estrategista de redes; The Guardian
- Eduardo Bolsonaro (deputado federal) virou ponte com a direita internacional, especialmente a ligada a Donald Trump. AP News+1
Essa família, vista por muitos como “núcleo duro” do bolsonarismo, ampliava o alcance do ex-presidente nas redes e alimentava a militância com discursos fortes e confrontos frequentes com a imprensa, com o STF e com adversários políticos.
O começo do desgaste: pandemia, economia e isolamento político
Crises que foram se acumulando
Com o tempo, porém, uma série de fatores começou a desgastar o bolsonarismo:
- A condução da pandemia de Covid-19, marcada por conflitos com governadores, questionamentos sobre vacinas e estímulo à quebra de medidas sanitárias, deixou marcas profundas.
- A economia não deslanchou como muitos esperavam; para muita gente, o custo de vida continuou alto, e a sensação de melhora prometida não chegou.
- O confronto permanente com instituições – em especial o STF – e as insinuações constantes de fraude nas urnas criaram preocupação em setores que antes apoiavam Bolsonaro, mas não queriam uma ruptura democrática aberta.
Esses fatores foram estragando a relação de Bolsonaro com uma parte importante do eleitorado mais moderado, que gosta de conservadorismo em costumes, mas valoriza estabilidade e previsibilidade na política.
O 8 de janeiro de 2023 como ponto de ruptura
Depois da derrota para Lula em 2022, o episódio de 8 de janeiro de 2023 – quando manifestantes invadiram e depredaram o Congresso, o STF e o Palácio do Planalto – virou um símbolo de radicalização.
A participação e responsabilidade de Bolsonaro passaram a ser investigadas, alimentando inquéritos que mais tarde iriam pesar contra ele no STF. The Guardian+1
A partir dali, o discurso de “não aceito o resultado” se transformou, para muitos, em prova de que ele não estava apenas criticando o sistema, mas tentando romper as regras do jogo.
A virada judicial: inelegibilidade, investigações e condenações

Inelegível até (pelo menos) 2030 – e possivelmente além
O TSE decidiu, em 2023, que Bolsonaro cometeu abuso de poder político e fez uso indevido dos meios de comunicação ao usar uma reunião oficial com embaixadores, no Palácio da Alvorada, para atacar o sistema de urnas eletrônicas com acusações sem provas. Com isso, ele foi declarado inelegível por 8 anos, contados a partir das eleições de 2022. Justiça Eleitoral+2Agência Brasil+2
Em outro julgamento, sobre o uso político das comemorações do Bicentenário da Independência em 2022, o TSE também o condenou por abuso de poder político e econômico, reforçando o peso das decisões que o afastam das urnas. Justiça Eleitoral
Mais recentemente, o ministro Alexandre de Moraes enviou ao próprio TSE uma comunicação mostrando que, somando diferentes processos e condenações, a inelegibilidade de Bolsonaro pode se estender por cerca de 35 anos, o que, na prática, significa que ele dificilmente voltará a ser candidato a algum cargo eletivo. Gazeta do Povo
Condenação por tentativa de golpe e prisão
Como se isso tudo não fosse suficiente, em 2025 o STF condenou Bolsonaro por sua participação na trama golpista, que incluía tentativas de desacreditar o resultado da eleição, pressionar militares e alimentar atos que culminaram no 8 de janeiro. A pena aplicada foi de 27 anos de prisão, e ele foi encaminhado para cumprir a sentença em regime inicialmente fechado, marcando um ponto histórico de queda para um ex-presidente que já ocupou o cargo mais alto do país. Financial Times+1
Antes disso, ele já vinha sendo alvo de medidas de restrição, incluindo prisão domiciliar por violar regras de controle judicial, uso de tornozeleira eletrônica e proibição de uso de redes sociais, o que reduziu drasticamente sua presença direta no debate público. Le Monde.fr
A família Bolsonaro sob pressão: investigações em série

Filhos e familiares na mira
O “derretimento” do bolsonarismo não atinge apenas Jair, mas também seus filhos e pessoas próximas. A família tem sido alvo de uma série de investigações e indiciamentos ao longo dos últimos anos. ND Mais+1
Alguns exemplos:
- Carlos Bolsonaro foi investigado por participação em um suposto esquema de espionagem ilegal comandado a partir da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), para monitorar adversários políticos durante o governo do pai. A Polícia Federal chegou a realizar busca em sua casa e apreender equipamentos. The Guardian
- Jair Renan, o filho mais novo, foi acusado pela Polícia Federal de fraude em pedido de empréstimo bancário, uso de documentos falsos e lavagem de dinheiro, o que aumentou ainda mais o cerco judicial sobre o clã. AP News
- Relatórios do Coaf e da Polícia Federal apontaram movimentações financeiras consideradas suspeitas envolvendo Eduardo e Carlos Bolsonaro, com milhões de reais em créditos em pouco tempo, levantando hipótese de lavagem de dinheiro. CNN Brasil+1
Somado a isso, análises de organizações e veículos de comunicação registraram um histórico de denúncias envolvendo a família, desde escândalos ligados a “rachadinhas” até compra de imóveis com dinheiro vivo. Fundação Perseu Abramo+1
Efeito na imagem pública
Mesmo para quem continua simpatizando com o discurso político de Bolsonaro, o acúmulo de casos, inquéritos e indiciamentos vai criando desgaste.
É como uma panela que fica no fogo baixo por muito tempo: não explode de uma vez, mas vai secando aos poucos.
Esse desgaste afeta:
- a confiança de parte do eleitorado;
- a disposição de empresários e políticos de se associarem publicamente à família;
- e a capacidade de liderança num campo de direita que começa a buscar outros nomes com menos “bagagem judicial”.
Nas urnas, os sinais de enfraquecimento
Desempenho ruim nas eleições municipais de 2024
As eleições municipais de 2024 foram um teste importante para medir a força eleitoral do bolsonarismo sem Bolsonaro na cédula. E o resultado trouxe sinais mistos, mas com um recado claro: o efeito “selo Bolsonaro” já não é garantia de vitória.
Um levantamento mostrou que dois em cada três candidatos a prefeito apoiados diretamente por Bolsonaro perderam a eleição. Nas capitais, 10 em 13 candidatos abertamente identificados como “pupilos” do ex-presidente foram derrotados. Intercept Brasil
Outro balanço indicou que, em 45 das 95 cidades que Bolsonaro visitou para pedir votos, seus candidatos não se elegeram, mostrando que a sua capacidade de transferir votos está longe de ser absoluta. Poder360
Claro, isso não significa que a direita foi derrotada por completo. Muitos candidatos conservadores venceram, especialmente ligados a partidos de centro-direita e ao chamado “Centrão”. Mas o ponto é: o rótulo “candidato de Bolsonaro” deixou de ser um grande trunfo automático.
A direita se reorganiza sem um líder único
Enquanto Bolsonaro enfrenta condenações e fica fora das urnas, outros nomes vão ganhando espaço na direita:
- governadores como Tarcísio de Freitas e Romeu Zema;
- líderes do Centrão;
- figuras que tentam se vender como “conservadores, mas moderados”.
Pesquisas e análises de especialistas indicam que, embora a base bolsonarista mais fiel continue existindo, há um movimento de reorganização em que a direita passa a enxergar outros líderes possíveis para o futuro. Nexo Jornal+2CartaCapital+2
Mas o bolsonarismo acabou mesmo? A resposta honesta
Ainda existe base fiel
Seria exagero dizer que “o bolsonarismo morreu”. Grandes atos em defesa de Bolsonaro, como os realizados em 2024 e 2025, mostram que ele ainda é capaz de mobilizar dezenas ou até centenas de milhares de pessoas nas ruas, especialmente em grandes cidades como São Paulo.
Pesquisas indicam que uma parcela significativa da população continua vendo o ex-presidente de forma positiva e discordando de decisões como a sua inelegibilidade. Em alguns levantamentos, o país aparece dividido: cerca de metade apoia as punições, enquanto outra parte as considera exageradas ou políticas. Poder360+2JOTA Jornalismo+2
Ou seja: o bolsonarismo como sentimento – desconfiança do sistema, rejeição à esquerda, apoio a pautas conservadoras – continua existindo.
O que está se extinguindo, então?
O que tende à extinção não é necessariamente o eleitor que já votou em Bolsonaro, e sim:
- a ideia de que só Bolsonaro pode liderar a direita;
- a crença de que ele voltará a ser presidente em breve;
- a sensação de que qualquer ataque a ele é automaticamente mortal para quem faz.
Com a combinação de:
- inelegibilidade por muitos anos; Gazeta do Povo
- condenação criminal pesada; Financial Times+1
- e desgaste da família em série de investigações; ND Mais+2CNN Brasil+2
a tendência é que Bolsonaro vá se tornando, aos poucos, uma figura mais ligada ao passado do que ao futuro.
O que isso significa para quem já apoiou Bolsonaro
Sentimentos mistos: frustração, mágoa e dúvida
Se você já votou em Bolsonaro, é possível que sinta uma mistura de emoções:
- tristeza ao vê-lo condenado;
- raiva ao imaginar que há perseguição política;
- dúvida se realmente vale a pena manter esse apoio;
- ou até cansaço de tanta briga, processo e escândalo.
Tudo isso é humano. Política não é só número, é sentimento também.
E quando alguém em quem você acreditou passa a acumular tantos problemas, é natural se perguntar: “e agora, em quem eu confio?”
Este artigo não está aqui para dizer em quem você deve votar ou deixar de votar, mas para te dar elementos para entender:
- por que o sistema de Justiça agiu como agiu;
- o que é fato e o que é narrativa;
- e por que tanta gente, até dentro da própria direita, já fala em “pós-bolsonarismo”.
Dá para “aplicar” algo disso na vida prática?
Sim. Você pode usar tudo isso para:
- avaliar melhor líderes políticos, olhando não só o que falam, mas o que fazem;
- entender que ninguém é insubstituível na política;
- perceber que movimentos políticos mudam, se transformam, se dividem.
Quando você aprende a olhar para a política de forma mais crítica e informada, você ganha uma coisa valiosa: autonomia.
Você passa a decidir com base em fatos, não apenas em slogans ou emoções do momento.
Como entender o derretimento do bolsonarismo sem se perder em ódio

Evite cair em extremos
É fácil, hoje, encontrar dois tipos de discurso:
- de um lado, quem diz que Bolsonaro é uma vítima perfeita, perseguida por todos;
- de outro, quem o trata como se fosse o único problema do país e a raiz de todos os males.
Os fatos reais costumam ficar no meio do caminho:
- Bolsonaro cometeu erros graves, especialmente ao flertar com discursos de ruptura institucional;
- também foi alvo de investigações e decisões duras, que precisam ser acompanhadas com atenção para que sejam sempre baseadas em provas e dentro da lei;
- sua base não sumiu, mas está longe de ser majoritária como já pareceu em alguns momentos.
Olhar assim, com calma, ajuda a não odiar quem pensa diferente e, ao mesmo tempo, a não fechar os olhos para abusos e ilegalidades.
Entender o fim de um ciclo ajuda a olhar para frente
Cada ciclo político tem começo, meio e fim:
- já tivemos o auge do lulismo,
- depois o auge do antipetismo,
- o surto de força do bolsonarismo,
- e agora discutimos o que vem depois.
Pensar que “Bolsonaro tende à extinção” como líder central é também abrir espaço para perguntar:
- que tipo de direita queremos no Brasil?
- uma direita que respeite as regras do jogo democrático?
- que faça oposição dura, mas dentro da lei?
- que se preocupe com emprego, saúde, segurança, sem alimentar ódio?
Essas perguntas são importantes, principalmente para quem se identifica com valores conservadores, mas não quer viver eternamente em clima de confronto.
Veja Mais :
- O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) intensificou suas críticas ao governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP)
- Página do TSE explicando a decisão que tornou Bolsonaro inelegível por oito anos. Justiça Eleitoral+1
- Análises sobre o desempenho de candidatos apoiados por Bolsonaro nas eleições municipais de 2024. Intercept Brasil+2Poder360+2
- Reportagens que detalham as condenações e o processo por tentativa de golpe. Agência Pública+1
Conclusão: fim de um ciclo, início de outro
Ao olhar para tudo isso com calma, fica mais fácil entender a frase “Bolsonaro tende à extinção” como protagonista político. Não é uma sentença mágica nem um desejo pessoal; é a leitura de um cenário:
- um ex-presidente inelegível por muitos anos; Gazeta do Povo+1
- condenado criminalmente por sua participação em uma trama golpista; Financial Times+1
- com a família cercada por suspeitas, investigações e indiciamentos; ND Mais+2The Guardian+2
- e um movimento político que começa a procurar novos líderes para seguir adiante.
Isso não significa que a direita acabou, nem que seus eleitores vão mudar de lado da noite para o dia. Significa, sim, que o bolsonarismo, como fenômeno centrado em uma única pessoa e em uma única família, está se desgastando rapidamente.
Para você, como cidadão ou cidadã, o mais importante é usar essas informações para tomar decisões com mais consciência:
- avaliar propostas;
- observar trajetórias;
- entender que nenhum líder é maior do que as regras do jogo democrático.
Quando você faz isso, você se fortalece. E, independentemente de quem esteja no poder, você passa a ter mais clareza para defender seus valores e seus direitos.
Principais pontos do artigo .
- O bolsonarismo foi um fenômeno político que colocou Jair Bolsonaro e sua família no centro da vida pública brasileira.
- Bolsonaro tende à extinção como líder central da direita, não por desaparecer, mas por perder protagonismo e viabilidade eleitoral.
- O TSE declarou Bolsonaro inelegível por oito anos em 2023, por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, e outras condenações ampliaram esse efeito. Justiça Eleitoral+2Justiça Eleitoral+2
- Decisões mais recentes apontam que sua inelegibilidade pode se estender por cerca de 35 anos, afastando-o de disputas futuras. Gazeta do Povo
- Em 2025, o STF condenou Bolsonaro por sua participação em uma trama golpista, com pena de 27 anos de prisão, marcando um ponto de ruptura em sua trajetória. Financial Times+1
- A família Bolsonaro também enfrenta investigações: Carlos por suspeita de espionagem ilegal, Jair Renan por fraude e lavagem de dinheiro, e outros membros por movimentações financeiras suspeitas e casos antigos. Fundação Perseu Abramo+3The Guardian+3AP News+3
- Nas eleições municipais de 2024, a maioria dos candidatos apoiados por Bolsonaro foi derrotada, indicando perda de força na transferência de votos. Intercept Brasil+1
- Apesar de perder peso, o bolsonarismo ainda possui base fiel, capaz de mobilizar grandes atos e influenciar o debate público. Gazeta do Povo+1
- A direita brasileira começa a se reorganizar em torno de outros nomes, sinalizando um possível “pós-bolsonarismo”. Nexo Jornal+2CartaCapital+2
- Para o eleitor, entender esse processo ajuda a olhar para a política com mais autonomia, menos paixão cega e mais foco em fatos, propostas e responsabilidade democrática.
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