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Flávio Bolsonaro em foco: como o senador Flávio Bolsonaro tenta garantir legado do bolsonarismo; ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu filho mais velho para pré-candidato ao Planalto e pode afastar eleitores

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Flávio Bolsonaro em foco: como o senador Flávio Bolsonaro tenta garantir legado do bolsonarismo; ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu filho mais velho para pré-candidato ao Planalto e pode afastar eleitores

image-1024x577 Flávio Bolsonaro em foco: como o senador Flávio Bolsonaro tenta garantir legado do bolsonarismo; ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu filho mais velho para pré-candidato ao Planalto e pode afastar eleitores

Nos últimos dias, o cenário político brasileiro ganhou um novo capítulo importante. De dentro da prisão, Jair Bolsonaro decidiu quem deve carregar seu projeto político nas eleições presidenciais de 2026: o filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro. AP News

Essa decisão não mexe apenas com a família Bolsonaro. Ela afeta partidos, mercado financeiro, analistas políticos, eleitores fiéis e, principalmente, aquele grupo de pessoas que está cansado da polarização entre Lula e Bolsonaro e não se sente representado por nenhum dos dois lados.

senador Flávio Bolsonaro tenta garantir legado do bolsonarismo; ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu filho mais velho para pré-candidato ao Planalto. Essa frase, que parece longa e pesada, resume bem o momento. De um lado, está o esforço de manter vivo o “bolsonarismo” mesmo com o ex-presidente inelegível e preso. Do outro, está o risco de que esse mesmo sobrenome assuste parte do eleitorado que queria algo novo, fora do embate Lula x Bolsonaro. CNN Brasil

Ao longo deste artigo, vamos conversar sobre isso de forma bem direta. Como se estivéssemos numa mesa de bar, numa sala de aula simples ou na cozinha de casa. A ideia é explicar o que está acontecendo, por que essa escolha foi feita, o que os especialistas estão dizendo e como tudo isso pode mexer com a vida de quem vota, trabalha, pega ônibus e se preocupa mais com emprego e comida na mesa do que com brigas de redes sociais.

Vamos também falar dos riscos e das oportunidades dessa decisão para a direita brasileira, para o governo Lula e, principalmente, para o famoso eleitor “nem-nem”: aquele que não quer nem Lula e nem Bolsonaro.


senador Flávio Bolsonaro tenta garantir legado do bolsonarismo; ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu filho mais velho para pré-candidato ao Planalto

Essa frase saiu de uma análise da CNN Brasil, que ouviu cientistas políticos para entender a escolha de Flávio como nome do bolsonarismo para a Presidência. CNN Brasil

Ela junta três ideias importantes:

  1. Flávio Bolsonaro é senador e já tem um cargo relevante em Brasília.
  2. Existe um “legado” do bolsonarismo, um conjunto de ideias, símbolos e emoções que ainda mobiliza muita gente.
  3. Jair Bolsonaro escolheu o filho mais velho como pré-candidato, deixando claro que quer manter o poder político dentro da família.

O que está por trás dessa escolha?

Depois que Jair Bolsonaro foi considerado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral em 2023, ficou uma dúvida no ar: quem vai herdar esse capital político? CNN Brasil

Durante muito tempo, o nome mais forte parecia ser o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, visto como alguém mais técnico, com perfil mais moderado e melhor aceito pelo mercado financeiro. Financial Times

Mas, em 2025, a decisão foi outra: Flávio foi anunciado como o escolhido pelo pai para disputar a Presidência. Ele mesmo confirmou isso publicamente, nas redes sociais, dizendo que recebeu uma “missão” de continuar o projeto político da família. Reuters+1

O que significa “garantir o legado do bolsonarismo”?

Quando se fala em “legado do bolsonarismo”, estamos falando de:

  • Um grupo fiel de eleitores que enxerga Jair Bolsonaro como líder moral e político.
  • Um conjunto de pautas ligadas a conservadorismo nos costumes, críticas à esquerda, defesa de armas, pautas religiosas, entre outras.
  • Uma forma de comunicação muito forte nas redes sociais, com linguagem direta, memes, vídeos curtos, confrontos com a imprensa e com instituições.

Flávio, ao ser escolhido, não está apenas entrando numa eleição. Ele está assumindo a responsabilidade de:

  • Segurar essa base fiel, que ainda apoia o pai.
  • Tentar expandir esse apoio para outros eleitores que não são “bolsonaristas raiz”.
  • Mostrar que o sobrenome Bolsonaro ainda tem força mesmo com o ex-presidente preso e condenado por tentativa de golpe. AP News+1

Quem é Flávio Bolsonaro no jogo político?

Antes de entender se ele afasta ou aproxima eleitores, é importante saber quem ele é na prática.

  • Flávio Bolsonaro é senador pelo Rio de Janeiro desde 2019.
  • Antes, foi deputado estadual por vários mandatos.
  • Ele é o “filho 01”, o mais velho da família.
  • Já esteve envolvido em polêmicas, como o caso Queiroz e investigações sobre “rachadinhas” no gabinete, mas processos importantes foram trancados ou perderam força ao longo do tempo. Wikipedia+1
  • Na comparação com os irmãos:
  • Eduardo Bolsonaro é visto como mais radical, com forte atuação ideológica, especialmente em temas internacionais.
  • Carlos Bolsonaro é lembrado pela atuação nas redes sociais e por ser peça-chave na comunicação do pai.
  • Flávio aparece como uma figura mais “institucional”, mais ligada ao parlamento, ao diálogo com outros políticos e às negociações de bastidores. Isso pode ser uma vantagem para quem quer construir alianças, mas não garante aceitação do eleitorado mais amplo.

Se você quiser se aprofundar na trajetória dele, um exemplo de link interno que o seu blog pode ter é algo como:
👉 Perfil completo de Flávio Bolsonaro: trajetória e polêmicas

image-1-1024x682 Flávio Bolsonaro em foco: como o senador Flávio Bolsonaro tenta garantir legado do bolsonarismo; ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu filho mais velho para pré-candidato ao Planalto e pode afastar eleitores
Senador Flávio Bolsonaro durante sessão no Senado Federal

O que é o eleitor “nem-nem” e por que ele importa tanto?

Os especialistas entrevistados pela CNN chamam atenção para um grupo específico de eleitores: os que não querem nem Lula nem Bolsonaro. Esse grupo ficou conhecido como o eleitor “nem-nem”. CNN Brasil

Esse eleitor:

  • Está cansado da briga entre esquerda e direita.
  • Muitas vezes votou num lado em 2018 e em outro em 2022, mais por rejeição do adversário do que por amor ao candidato escolhido.
  • Se preocupa mais com emprego, salário, comida, saúde, educação e segurança do que com discussões ideológicas.
  • Não gosta de escândalos, corrupção e crises constantes.

É justamente esse tipo de eleitor que pode sentir desconforto ao ver de novo o sobrenome Bolsonaro como protagonista na disputa presidencial. Especialistas apontam que o nome de Flávio carrega tanto os pontos fortes quanto os pontos fracos do pai. CNN Brasil+1


O que dizem os especialistas sobre o risco de afastar eleitores?

Cientistas políticos ouvidos pela CNN avaliaram que a escolha de Flávio pode afastar uma parte desses eleitores “nem-nem”. CNN Brasil

De forma simples, o raciocínio é o seguinte:

  1. O sobrenome Bolsonaro é muito marcante.
    Ele desperta amor em uma parte da população, mas também rejeição muito forte em outra parte.
  2. Quem rejeita o pai tende a desconfiar do filho.
    Mesmo que Flávio tente se mostrar mais moderado, a associação é imediata: “é o filho de Bolsonaro, então vai seguir a mesma linha”.
  3. A polarização pode se repetir.
    Em um cenário Lula x Flávio, grande parte do debate tende a girar novamente em torno de Lula x Bolsonaro, só que agora com o filho no lugar do pai.

Um agregador de pesquisas mencionado pelo site JOTA mostra que, em cenários de disputa entre Lula e Flávio, o atual presidente aparece com chance muito alta de reeleição, chegando a mais de 90% em certas simulações. JOTA Jornalismo

Isso reforça a leitura de que a escolha de Flávio pode facilitar a vida de Lula, pelo menos do ponto de vista eleitoral.

Um bom link externo para enriquecer o artigo pode ser, por exemplo:
👉 Matéria do JOTA explicando cenários de Lula x Flávio JOTA Jornalismo


Pontos fortes de Flávio como pré-candidato do bolsonarismo

image-2 Flávio Bolsonaro em foco: como o senador Flávio Bolsonaro tenta garantir legado do bolsonarismo; ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu filho mais velho para pré-candidato ao Planalto e pode afastar eleitores
Linha do tempo do bolsonarismo de 2018 a 2026

Nem tudo é risco. Há também motivos que ajudam a explicar por que Flávio foi o escolhido.

1. Lealdade ao pai e ao núcleo duro

Para a base bolsonarista, lealdade é algo central. Flávio sempre se manteve ao lado do pai, defendeu o ex-presidente em momentos difíceis e foi porta-voz em várias situações. Isso agrada o eleitorado mais fiel.

2. Experiência no Legislativo

Flávio passou anos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e depois no Senado. Essa experiência pode ser usada como argumento para mostrar que ele conhece o funcionamento do Estado, sabe negociar e entende as regras do jogo político.

3. Menos radical na imagem pública

Comparado a Eduardo e Carlos, Flávio costuma adotar um tom mais moderado. Ele se apresenta como figura mais institucional, o que pode agradar parte do empresariado e políticos do centrão que preferem menos conflito aberto.

4. Continuidade do projeto familiar

Para quem vê a política como uma espécie de “herança”, faz sentido manter o comando da direita sob alguém com o sobrenome Bolsonaro. A narrativa de “dar continuidade ao projeto de nação” pode ser trabalhada na campanha, reforçando a ideia de que votar em Flávio é continuar o que foi iniciado em 2018. Reuters+1


Pontos fracos e riscos da escolha de Flávio

Por outro lado, existem riscos claros que especialistas e até aliados apontam.

1. Alta rejeição associada ao sobrenome

Mesmo que Flávio tente construir uma imagem própria, o sobrenome “Bolsonaro” está ligado a crises políticas, conflitos com instituições, tentativa de golpe de Estado e condenação judicial do pai. AP News+1

Muita gente que já decidiu que “nunca mais vota em Bolsonaro” pode colocar o filho no mesmo pacote.

2. Divisão na direita

Setores da direita e da centro-direita preferiam um nome como Tarcísio de Freitas, visto como mais moderado, com experiência no Executivo e melhor diálogo com o mercado. A escolha de Flávio pode gerar desconforto, disputa interna e até candidaturas paralelas. Reuters+1

Isso pode fragmentar o campo conservador e enfraquecer a chance de vitória.

3. Reação negativa do mercado

Logo após o anúncio de Flávio como pré-candidato com apoio do pai, o mercado financeiro reagiu mal. O dólar subiu mais de 2% e a bolsa caiu cerca de 4%, segundo agências internacionais e veículos nacionais. Reuters+2Financial Times+2

Quando o mercado reage assim, o sinal que aparece para muita gente é de incerteza, medo e risco maior para investimentos.

4. Dificuldade de ampliar além da bolha

Flávio deve ter facilidade para consolidar o voto da base bolsonarista, mas o grande desafio é ir além disso. Ele precisa conquistar:

  • Eleitores de centro.
  • Pessoas que estão cansadas da polarização.
  • Gente que pensa primeiro na economia e só depois na ideologia.

E é justamente aí que estão os eleitores que os especialistas dizem que podem se afastar com a entrada de Flávio.


Como o Planalto e Lula enxergam essa movimentação

Reportagens apontam que pessoas ligadas ao governo Lula veem a escolha de Flávio como uma espécie de “teste” do sobrenome Bolsonaro e, ao mesmo tempo, como algo que pode até facilitar a vida do presidente na disputa pela reeleição. Folha PE+1

Se os cenários mostrarem que Lula se sai melhor enfrentando Flávio, a estratégia do governo pode ser:

  • Evitar bater diretamente em outros nomes da direita, como Tarcísio.
  • Deixar a disputa “Lula x Flávio” se consolidar.
  • Mostrar a comparação entre estabilidade econômica/ institucional de um lado e o risco de volta ao radicalismo ligado ao bolsonarismo do outro.

Do ponto de vista político, é como se o governo dissesse:

“Se a direita vier com Flávio, o terreno é mais conhecido e mais fácil de enfrentar”.


O impacto para o eleitor comum

Para quem está lendo isso e pensando: “Tá, e o que tudo isso muda na minha vida?”, a resposta é: muda mais do que parece.

1. Economia e bolso

A reação do mercado já mostrou que a simples notícia da pré-candidatura de Flávio gerou:

Quando o dólar sobe, isso pode significar, com o tempo:

  • Produtos importados mais caros.
  • Aumento de custos para empresas.
  • Pressão sobre preços no dia a dia.

Claro que não é uma relação automática e imediata, mas a política influencia a economia, e a economia bate no bolso de quem trabalha, paga conta e faz feira.

2. Clima político

A entrada de Flávio na disputa tende a manter o clima de forte polarização. Isso significa:

  • Mais discussão acalorada nas redes sociais.
  • Campanhas mais agressivas.
  • Um debate público menos focado em propostas e mais em ataques.

Isso cansa o eleitor e pode aumentar a sensação de “ninguém presta”, o que é perigoso para a democracia, porque desanima a participação e abre espaço para aventuras políticas.

3. Representatividade

Para o eleitor “nem-nem”, a sensação pode ser de frustração. Em vez de surgir algo realmente novo, parece que o filme de 2018 e 2022 está sendo reprisado, apenas com um novo ator principal do mesmo “clã”.


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Quem é o eleitor “nem-nem” e qual o seu peso nas urnas

Entenda o que é o bolsonarismo e por que ele ainda é forte no Brasil

Linha do tempo das eleições brasileiras desde 2014

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2. Gráfico com reação do mercado

Um gráfico simples mostrando:

  • Linha do dólar antes e depois do anúncio.
  • Linha da bolsa de valores no mesmo período.
image-4 Flávio Bolsonaro em foco: como o senador Flávio Bolsonaro tenta garantir legado do bolsonarismo; ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu filho mais velho para pré-candidato ao Planalto e pode afastar eleitores
Gráfico mostrando alta do dólar e queda da bolsa após anúncio de Flávio Bolsonaro como pré-candidato ao Planalto

O futuro do bolsonarismo com Flávio na liderança

O que dá para dizer com segurança é que a escolha de Flávio como pré-candidato:

  • Confirma a tentativa da família de manter o controle sobre a direita brasileira.
  • Mostra que o bolsonarismo ainda é um ator central na política do país.
  • Cria um cenário em que Lula pode se beneficiar eleitoralmente, se as pesquisas continuarem apontando ampla vantagem num confronto direto. JOTA Jornalismo+1

Ao mesmo tempo, ela coloca o eleitor “nem-nem” diante de uma pergunta difícil:

“Vou voltar a escolher entre Lula e um Bolsonaro, ou vou procurar outro caminho?”

Essa resposta ainda não está dada. Ela vai depender:

  • De como Flávio vai se comunicar.
  • De como outros nomes da direita vão se posicionar.
  • De como a economia vai caminhar até a eleição.
  • De como o governo Lula vai entregar resultados concretos.

Conclusão: um nome forte, um sobrenome pesado e muitos eleitores em dúvida

Flávio Bolsonaro entra na disputa presidencial não como um nome qualquer, mas como o herdeiro oficial de um dos movimentos políticos mais marcantes da história recente do país.

Isso traz força, visibilidade e base fiel. Mas também traz:

  • Rejeição alta.
  • Desconfiança de parte do mercado.
  • Possível afastamento dos eleitores que não suportam mais a polarização.

Para quem está construindo um blog e quer falar de política com responsabilidade, esse tema permite:

  • Explicar o cenário para quem não acompanha o noticiário todos os dias.
  • Oferecer análises em linguagem simples.
  • Conectar o assunto com a vida real do leitor.

E para o eleitor comum, a principal mensagem é: entender o que está acontecendo ajuda a votar com mais consciência. Mesmo que você não se identifique nem com Lula nem com o bolsonarismo, conhecer os movimentos de cada lado é o primeiro passo para não ser levado apenas pela emoção ou pelo medo.


Principais pontos do artigo

  • Jair Bolsonaro, preso e inelegível, escolheu o filho mais velho, senador Flávio Bolsonaro, como pré-candidato à Presidência em 2026.
  • A escolha é vista como tentativa de manter vivo o legado do bolsonarismo e preservar o protagonismo da família na direita. CNN Brasil+1
  • Especialistas ouvidos pela CNN avaliam que o sobrenome “Bolsonaro” pode afastar o eleitor “nem-nem”, que não quer nem Lula nem Bolsonaro. CNN Brasil
  • Flávio tem pontos fortes: experiência legislativa, imagem mais moderada que a dos irmãos e lealdade à base bolsonarista.
  • Os riscos incluem: alta rejeição, divisão na direita, perda de apoio do mercado e dificuldade para ampliar o eleitorado além da base fiel. Reuters+2Financial Times+2
  • Cenários de pesquisa indicam que um duelo Lula x Flávio tende a ser bastante favorável ao atual presidente, com probabilidade elevada de reeleição. JOTA Jornalismo
  • O mercado financeiro reagiu mal ao anúncio, com alta do dólar e queda da bolsa, sinalizando preocupação e incerteza. Reuters+1
  • Para o eleitor comum, a escolha de Flávio reforça a continuidade da polarização, o que pode gerar cansaço e desânimo, mas também abre espaço para buscar alternativas.
  • Para blogs que querem se posicionar bem no Google e no AdSense, o tema permite criar conteúdo atual, profundo e acessível, com links internos, externos e imagens bem otimizadas.

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Ango Silva, nascido no brasil em 1978, é um jornalista com uma carreira consolidada, marcada pela profundidade na cobertura de temas políticos e econômicos. Sua trajetória profissional teve início em 1999 na Rádio JB FM, onde atuou até 2010. Ao longo de sua carreira, Ango Silva destacou-se como correspondente internacional, cobrindo eventos de grande relevância,Sua dedicação e excelência foram reconhecidas com o Prêmio Maboque de Jornalismo, concedido duas vezes, e uma menção honrosa no Prêmio Kianda, na categoria de jornalismo econômico. Com uma formação que inclui um curso intensivo de jornalismo na Solidarity School of the Union of German Journalists em Berlim (1994), um estágio profissional na Deutch Welle em Colônia (1990) e cursos de técnicas jornalísticas com o BBC Training Center em Londres,

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