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Alvo da PF, Sóstenes critica o Coaf e diz que dinheiro vivo é de venda de imóvel: entenda o caso, a investigação e o que pode acontecer agora

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Alvo da PF, Sóstenes critica o Coaf e diz que dinheiro vivo é de venda de imóvel: entenda o caso, a investigação e o que pode acontecer agora

image-14 Alvo da PF, Sóstenes critica o Coaf e diz que dinheiro vivo é de venda de imóvel: entenda o caso, a investigação e o que pode acontecer agora
deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)

Na sexta-feira, 19 de dezembro de 2025, o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, virou alvo de uma operação da Polícia Federal. Na mesma ação, Carlos Jordy (PL-RJ) também foi alvo. A investigação trata de suspeitas de uso irregular da cota parlamentar, com apurações que citam possíveis crimes como peculato e lavagem de dinheiro, entre outros, conforme decisões judiciais e relatos de imprensa. STF Notícias+2Poder360+2

 Alvo da PF, Sóstenes critica o Coaf e diz que dinheiro vivo é de venda de imóvel: entenda o caso, a investigação e o que pode acontecer agora
O deputado Sóstenes alegou que não depositou os R$ 400 mil em dinheiro, achados na sua casa pela PF, por um “lapso”. Fiquei curioso e entrei no site do TSE para ver o patrimônio que ele declarou em 2022: menos de R$ 5 mil. Parece que foi outro “lapso”.

E foi aí que o caso ganhou um símbolo fácil de entender: a PF encontrou R$ 430 mil em dinheiro vivo em um endereço ligado a Sóstenes. Ele negou irregularidades. Disse que o valor seria lícito e viria da venda de um imóvel. E, além disso, atacou o Coaf, órgão que aparece no caso por causa de alertas de movimentações consideradas “atípicas”. Nexo Jornal+2InfoMoney+2

Neste artigo, vou recontar a história com calma, em linguagem simples. Vou explicar o que a PF diz, o que a defesa diz, como funciona o Coaf, por que a cota parlamentar vira alvo de investigações e o que pode acontecer daqui para frente.


O que aconteceu no dia da operação

A operação ocorreu na manhã de 19/12/2025 e teve repercussão imediata porque envolve nomes conhecidos no Congresso. De acordo com reportagens e com a comunicação oficial do STF, houve medidas como buscas e apreensões e também quebra de sigilos (como bancário, fiscal e telemático), autorizadas no âmbito de investigação sobre uso irregular de cota parlamentar. STF Notícias+2Poder360+2

Durante as diligências, os agentes encontraram mais de R$ 400 mil em espécie associados a Sóstenes (o valor noticiado é R$ 430 mil). Isso virou um ponto central do debate público: “por que alguém guardaria tanto dinheiro em casa?”. Nexo Jornal+2CNN Brasil+2

Depois, Sóstenes convocou uma coletiva no Salão Verde da Câmara. Ali, ele disse que não tem nada a temer e que faria questão de explicar ao público. Segundo ele, o dinheiro seria fruto da venda recente de um imóvel, paga em espécie a pedido do comprador, e teria ficado guardado porque ele não fez o depósito de imediato. CNN Brasil+1

Além do dinheiro, a operação também cita suspeitas envolvendo contratações e serviços ligados a despesas do mandato (como locação de veículos), dentro da lógica de fiscalização da cota parlamentar. Esse ponto é importante: não é só “o dinheiro na gaveta”. É um conjunto de suspeitas que, na visão dos investigadores, pode indicar desvio de recursos e tentativa de esconder a origem do dinheiro. Poder360+2STF Notícias+2


Quem é Sóstenes Cavalcante e por que isso repercute tanto

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Sóstenes é deputado federal pelo Rio de Janeiro

Sóstenes é deputado federal pelo Rio de Janeiro e, no momento da operação, exerce a liderança do PL na Câmara. Isso dá a ele uma posição de destaque, porque líderes partidários têm papel forte em negociações, votação de pautas e articulação política. STF Notícias

Quando uma investigação alcança alguém com função de liderança, a repercussão costuma ser maior por três motivos:

  1. Simbolismo político (não é um nome “qualquer” do plenário).
  2. Disputa narrativa (cada lado tenta emplacar uma explicação).
  3. Efeito dominó (o caso pode envolver assessores, empresas e outros gabinetes). Correio Braziliense+1

Isso ajuda a entender por que o assunto explode tão rápido nas redes e nos portais de notícia.


O que a PF e a investigação apontam, em termos simples

Pelo que foi noticiado, a investigação não se limita ao deputado. Um dos focos envolve assessores e movimentações financeiras que chamaram atenção em análises ligadas ao Coaf e a documentos juntados aos autos. InfoMoney+2IstoÉ Dinheiro+2

Um dos nomes citados é Adailton Oliveira dos Santos, que já teria atuado em estrutura ligada ao deputado e depois em função ligada à liderança partidária. As decisões e matérias mencionam movimentações de cerca de R$ 11,49 milhões em créditos e R$ 11,48 milhões em débitos, com parte relevante sem identificação clara de origem/destino, conforme consta em documento judicial divulgado. Poder360+2InfoMoney+2

Em linguagem de dia a dia, é como se o investigador olhasse o extrato e visse:

  • muita entrada e muita saída,
  • em volume alto,
  • com descrições genéricas,
  • e sem uma explicação compatível com a renda esperada para aquela função.

Isso, por si só, não é condenação. Mas vira sinal de alerta e motivo para aprofundar apuração.

Também há menções a um total aproximado de R$ 18 milhões em movimentações atribuídas a assessores associados ao caso (segundo reportagens). InfoMoney+2IstoÉ Dinheiro+2

E aqui é crucial: o que existe, até aqui, é investigação e medidas autorizadas. Não é sentença. O processo precisa andar, a defesa se manifestar, e as provas precisam ser analisadas com calma.


O que é a cota parlamentar e por que ela entra nisso

Para entender o “coração” do caso, você precisa entender a cota parlamentar.

A Câmara dos Deputados chama essa verba de Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP). É um dinheiro público destinado a pagar despesas do mandato, como passagens, alimentação, divulgação, aluguel de carro, combustível, hospedagem, entre outras categorias previstas. Portal da Câmara dos Deputados+2Portal da Câmara dos Deputados+2

Existem duas formas comuns de uso:

  • Reembolso: o deputado paga e depois apresenta nota/recibo para ser ressarcido.
  • Pagamento direto/débito: em algumas despesas, a Câmara paga por sistemas próprios. Exame+1

E por que isso vira alvo?

Porque a CEAP depende de documentos (notas fiscais, contratos, comprovantes). E onde há documento e dinheiro, pode haver fraude. Exemplos simples do que costuma levantar suspeita em investigações desse tipo:

  • nota por serviço que não foi prestado de verdade;
  • preço “muito acima” do mercado;
  • empresa de fachada;
  • serviço prestado por alguém ligado ao gabinete sem transparência;
  • repetição de padrões estranhos (sempre o mesmo fornecedor, sempre o mesmo valor, etc.).

O caso, segundo os relatos, cita locação de veículos como um dos pontos analisados. Sóstenes, por sua vez, diz que o carro foi usado e que paga valores baixos para economizar a cota. InfoMoney+2CNN Brasil+2


O que é o Coaf, afinal, e por que ele é citado

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Coaf

O Coaf é o Conselho de Controle de Atividades Financeiras. Ele não é polícia. Ele não prende ninguém. O papel do Coaf é receber comunicações sobre operações suspeitas enviadas por setores obrigados (bancos, corretoras e outros), analisar padrões e produzir relatórios de inteligência financeira, que podem apoiar investigações. Serviços e Informações do Brasil+2Serviços e Informações do Brasil+2

Um jeito bem simples de imaginar:

  • O banco percebe algo fora do padrão (por exemplo, grandes entradas/saídas sem explicação).
  • O banco comunica ao Coaf (isso é uma obrigação legal em várias situações).
  • O Coaf analisa e produz informação que pode chegar às autoridades competentes. Serviços e Informações do Brasil+1

Isso não significa automaticamente crime. Significa “atenção: isso precisa ser checado”.

Há fontes explicando que comunicações podem ocorrer quando há indícios de lavagem de dinheiro ou outros ilícitos e que existem comunicações de operações suspeitas feitas por setores obrigados. Serviços e Informações do Brasil+1

Por isso, quando Sóstenes critica o Coaf, ele está atacando justamente esse “primeiro gatilho” de suspeita: o alerta que nasceu do olhar técnico sobre movimentações.


A crítica de Sóstenes ao Coaf: o que ele está dizendo

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Deputado Sóstenes Cavalcante fala a jornalistas após ser alvo de operação da PF — Foto: Cristiano Mariz/Globo

Pela versão pública apresentada, a crítica principal é esta:

  • o Coaf (ou os dados lidos a partir dele) somaria movimentações em um período longo,
  • e isso poderia parecer “grande demais” sem separar o que é o quê,
  • e sem considerar que uma mesma pessoa pode ter outras rendas e outras atividades.

Ele usa como exemplo o motorista, dizendo que ele teria outras fontes de renda além do trabalho no gabinete e que isso explicaria valores maiores. InfoMoney+1

Essa é uma linha de defesa comum em casos de movimentação atípica: “há explicação, mas ela não aparece no recorte inicial”.

O problema é que a investigação afirma, em síntese, que parte do dinheiro movimentado teria origem/destino não identificado e que o padrão seria incompatível com a capacidade econômica esperada, conforme trecho de decisão judicial e reportagens. Poder360+2InfoMoney+2

Na prática, é um choque de duas narrativas:

  • Narrativa da investigação: padrão incompatível e possível esquema.
  • Narrativa da defesa: perseguição política e explicações econômicas legítimas.

Dinheiro em espécie em casa: é ilegal?

Aqui precisa de cuidado para não cair em simplificações.

Em geral, ter dinheiro em espécie não é crime por si só. O ponto sensível é a origem do dinheiro e a coerência com a renda e com as operações realizadas.

A legislação e as regras costumam ser mais claras em situações específicas, como viagens internacionais. Por exemplo, o Banco Central explica que não existe um limite fixo para portar dinheiro em espécie, mas valores acima do equivalente a US$ 10 mil em viagens internacionais têm regras de declaração. Banco Central do Brasil+1

Isso não quer dizer que “dentro do país vale tudo”. Quer dizer que:

  • “dinheiro vivo” acende alertas porque é difícil rastrear,
  • e, em investigações, a pergunta sempre vira: de onde veio e para que seria usado?

No caso, Sóstenes diz que a origem é a venda de imóvel e que teria sido um “lapso” não depositar logo. Essa explicação pode ser checada com documentos: contrato de compra e venda, recibos, transferência de propriedade, declaração, datas, valores, e compatibilidade com o patrimônio. CNN Brasil+1


O que o STF informou oficialmente sobre a investigação

Além das matérias jornalísticas, existe a comunicação do próprio STF sobre o caso. O Supremo informou que autorizou buscas, apreensões e quebra de sigilos em investigação sobre uso irregular de cota parlamentar. STF Notícias

E há um documento judicial (divulgado publicamente em PDF por veículo de imprensa) que menciona hipóteses criminais investigadas e descreve elementos que, na avaliação da autoridade policial e do relator, justificariam as medidas. Poder360+1

Esse tipo de decisão não diz “culpado”. Ela diz algo como:

  • “há indícios suficientes para aprofundar”;
  • “as medidas são necessárias para preservar provas”;
  • “há risco de ocultação de elementos”.

Ou seja: é uma etapa processual, não uma conclusão final.


Por que assessores entram no foco quando a suspeita envolve cota

Quando se fala em suposto desvio de cota, muitas vezes o caminho investigado passa por assessores por motivos simples:

  • assessores podem fazer pagamentos, contratar serviços, resolver logística;
  • podem estar ligados a fornecedores;
  • podem operar compras, notas e reembolsos.

A decisão judicial citada em reportagens fala em uso de servidores comissionados e cita empresas em contexto de suspeitas relacionadas à cota parlamentar. Poder360+2Correio Braziliense+2

Se a suspeita é “nota fria”, por exemplo, alguém precisa:

  • combinar o serviço,
  • emitir a nota,
  • justificar a despesa,
  • e colocar isso no fluxo que termina em reembolso.

Não estou dizendo que foi isso que aconteceu aqui. Estou dizendo por que, em investigações desse tipo, o radar costuma abrir para mais gente do gabinete.


“Locação de carro” e suspeitas: o que pode ser questionado

Sóstenes diz que “só seria lavagem” se ele não usasse o carro e apenas emitisse nota, sem serviço real. Ele argumenta que usava um carro usado, que o veículo ficava com ele ou com o motorista e que o gasto seria baixo. InfoMoney+1

O que a investigação pode questionar (em tese) em situações assim?

  • se o carro foi realmente disponibilizado o tempo todo;
  • se o valor pago é compatível com o serviço;
  • se a empresa tem estrutura real;
  • se há relação indevida entre empresa e agentes;
  • se há notas repetidas, datas coincidentes, padrões estranhos.

A análise costuma envolver notas fiscais, contratos, registros de uso, e até rastros indiretos (por exemplo, manutenção, pedágio, combustível, geolocalização em aparelhos, se autorizado e relevante).


“Cortina de fumaça” e comparação com escândalos do governo: por que isso aparece

Na coletiva, Sóstenes afirmou ver “perseguição contra a direita” e falou em “cortina de fumaça” para desviar atenção de possíveis escândalos ligados ao governo Lula.

Ele citou, por exemplo, desdobramentos de investigação sobre desvios no INSS, mencionando o empresário conhecido como “Careca do INSS” e informações sobre repasses a uma pessoa ligada ao entorno de familiares do presidente, segundo reportagens. Gazeta do Povo+2VEJA+2

Aqui, vale uma regra básica de leitura: um caso não anula o outro.

  • É possível existirem investigações sobre INSS e, ao mesmo tempo, investigações sobre uso de cota parlamentar.
  • Usar um caso para “explicar” o outro pode ser estratégia política, mas não prova nada, nem de um lado nem do outro.

O que importa, no processo, são os autos, as provas e o direito de defesa.


O que acontece agora: próximos passos do caso

Depois de buscas e apreensões, o caminho costuma seguir etapas. Em geral:

  1. Perícia e análise do material apreendido (documentos, celulares, computadores, notas, contratos).
  2. Cruzar informações: notas fiscais x extratos x movimentações x registros.
  3. Oitiva (depoimentos) de envolvidos e testemunhas, quando cabível.
  4. Relatórios finais da PF.
  5. Manifestação do Ministério Público (que pode pedir novas diligências, ou denunciar, ou arquivar, conforme o caso).

Como há notícia de quebra de sigilo autorizada, a apuração pode ganhar profundidade, porque permite olhar com mais clareza o caminho do dinheiro. STF Notícias+1

E, de novo: isso não significa condenação automática. Significa investigação com ferramentas mais fortes.


Como o cidadão pode acompanhar esse tipo de gasto (sem depender de “achismo”)

Uma parte boa da CEAP é a transparência. A Câmara mantém páginas que explicam a cota e também publicam dados de gastos parlamentares e regras de reembolso. Portal da Câmara dos Deputados+2Câmara dos Deputados+2

Se você quer acompanhar de forma prática, o caminho é simples:

Isso ajuda a reduzir o debate “na torcida”. E dá base para críticas mais justas.


Perguntas que muita gente faz (e respostas diretas)

“Se achou R$ 430 mil, ele está culpado?”

Não. Dinheiro em espécie é suspeito para investigação, mas culpa depende de prova e decisão judicial. Nexo Jornal+1

“O Coaf acusa pessoas?”

O Coaf analisa e comunica indícios e padrões. Ele não condena. Ele ajuda a formar inteligência financeira para autoridades. Serviços e Informações do Brasil+1

“Cota parlamentar é salário extra?”

Não. É verba para despesas do mandato, com regras e fiscalização. Portal da Câmara dos Deputados+1

“E se o imóvel foi vendido mesmo?”

Então a defesa pode apresentar documentos e explicar a origem. Investigação serve para checar. CNN Brasil+1


Conclusão

O caso envolvendo Sóstenes Cavalcante, o Coaf, o dinheiro em espécie e a suspeita de uso irregular de cota parlamentar é um retrato claro de como investigações públicas viram disputa política rápida.

De um lado, há medidas autorizadas pelo STF e relatos de movimentações consideradas incompatíveis com a renda esperada de assessores, além da apreensão de dinheiro vivo e suspeitas ligadas ao uso da cota. STF Notícias+2Poder360+2
Do outro, há a negação, a explicação da venda de imóvel e a crítica ao Coaf, além do discurso de perseguição política. CNN Brasil+1

A verdade jurídica não nasce no tweet e nem na coletiva. Ela nasce no processo: provas, perícias, contraditório, defesa e decisão.

Resumo em tópicos (para salvar e lembrar)

  • PF fez operação em 19/12/2025; Sóstenes e Carlos Jordy foram alvos. STF Notícias+1
  • Houve apreensão de R$ 430 mil em espécie ligados a Sóstenes; ele diz que é de venda de imóvel. Nexo Jornal+1
  • Investigação cita movimentações altas atribuídas a assessor e suspeitas ligadas à cota parlamentar. Poder360+1
  • Coaf não condena; ele recebe e analisa comunicações de operações suspeitas. Serviços e Informações do Brasil+1
  • Próximos passos: análise de provas, cruzamento de dados, depoimentos e manifestações do MP. STF Notícias+1

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Ango Silva, nascido no brasil em 1978, é um jornalista com uma carreira consolidada, marcada pela profundidade na cobertura de temas políticos e econômicos. Sua trajetória profissional teve início em 1999 na Rádio JB FM, onde atuou até 2010. Ao longo de sua carreira, Ango Silva destacou-se como correspondente internacional, cobrindo eventos de grande relevância,Sua dedicação e excelência foram reconhecidas com o Prêmio Maboque de Jornalismo, concedido duas vezes, e uma menção honrosa no Prêmio Kianda, na categoria de jornalismo econômico. Com uma formação que inclui um curso intensivo de jornalismo na Solidarity School of the Union of German Journalists em Berlim (1994), um estágio profissional na Deutch Welle em Colônia (1990) e cursos de técnicas jornalísticas com o BBC Training Center em Londres,

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