O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, afetando 1,6 milhão de clientes, que receberão R$ 41 bilhões através do FGC

por que tanta gente está falando do Banco Master?
Nos últimos dias, muita gente acordou com uma notícia que assusta qualquer pessoa que tem dinheiro em banco: o Banco Master entrou em liquidação extrajudicial depois de uma operação da Polícia Federal e de uma decisão dura do Banco Central. Em português bem claro: o banco deixou de funcionar normalmente e vai ser “fechado” de forma organizada, porque as autoridades entenderam que não era mais seguro deixá-lo seguir operando. CNN Brasil+1
O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, afetando 1,6 milhão de clientes, que receberão R$ 41 bilhões através do FGC. Essa frase, que parece fria e técnica, na verdade fala diretamente da vida de pessoas reais: famílias, aposentados, pequenos empresários, gente que juntou dinheiro por anos e agora está com medo de perder tudo. CNN Brasil+1
Se você é cliente do Master, se tinha CDB, conta, investimento ou se conhece alguém nessa situação, é normal sentir medo, raiva, insegurança e muita dúvida. A ideia deste artigo é conversar com você de forma bem simples, como se estivéssemos sentados à mesa, tomando um café, e explicar:
- O que aconteceu com o Banco Master
- O que a operação da Polícia Federal tem a ver com isso
- O que muda para os clientes do banco
- Como o FGC entra na história
- O que você precisa fazer, na prática, para tentar recuperar o seu dinheiro
- Como se proteger melhor no futuro
O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, afetando 1,6 milhão de clientes, que receberão R$ 41 bilhões através do FGC
O que significa o Banco Central decretar a liquidação extrajudicial
O Banco Central é o órgão que fiscaliza os bancos no Brasil. Quando ele percebe que um banco entrou em situação muito grave — como fraudes, problemas sérios de caixa ou risco grande para os clientes — ele pode tomar medidas extremas. Uma delas é a liquidação extrajudicial. Lift Challenge+1
Em linguagem simples, liquidação extrajudicial é como se o Banco Central dissesse:
“Esse banco não tem mais condições de continuar funcionando de forma segura. Vamos parar tudo, fechar de maneira organizada e cuidar para que os clientes sejam ressarcidos dentro do que a lei e as garantias permitem.”
Quando isso acontece:
- O banco para de operar normalmente
- As atividades são congeladas
- Entra um liquidante, que é a pessoa ou empresa nomeada para cuidar da “faxina” e organizar o encerramento
- As dívidas, os contratos e os bens do banco passam a ser tratados seguindo regras específicas
No caso do Master, o Banco Central deixou claro que houve grave crise de liquidez (falta de dinheiro para honrar compromissos) e que a situação exigia essa decisão. Bora Investir
Quem são os 1,6 milhão de clientes mencionados
Quando se fala em 1,6 milhão de clientes, estamos falando principalmente de pessoas que tinham depósitos e investimentos cobertos pelo FGC, como CDBs, contas e outros produtos elegíveis. CNN Brasil+1
Além disso, notícias apontam que o fim do conglomerado Master atinge também milhões de clientes em outros braços do grupo, como o Will Bank, e milhares de trabalhadores ligados ao banco e às empresas do grupo. Agência Brasil+1
Ou seja: o impacto não é só financeiro. Muita gente teme pelo trabalho, pela renda e até pela confiança no sistema financeiro.
De onde surgem os R$ 41 bilhões
Os R$ 41 bilhões são o total estimado de depósitos e investimentos cobertos pelo FGC relacionados ao Banco Master. É o maior resgate da história do Fundo Garantidor de Créditos. ICL Notícias+2Metrópoles+2
Isso não significa que cada pessoa vai receber um valor alto. Esse número é a soma de tudo o que será pago a todos os credores dentro das regras do FGC, que tem limites por CPF e por instituição, como veremos daqui a pouco.
Qual foi o papel da Polícia Federal no caso do Banco Master?
Para entender o medo que se espalhou entre os clientes, é importante olhar também para a operação da Polícia Federal.
O que é a operação Compliance Zero
A Polícia Federal deflagrou a operação Compliance Zero, que investiga crimes financeiros graves, como: CNN Brasil+2CNN Brasil+2
- Gestão fraudulenta
- Gestão temerária
- Organização criminosa
- Emissão de títulos de crédito falsos
Investigações apontam que teriam sido criadas carteiras de crédito falsas, sem lastro, para dar aparência de solidez ao banco e atrair investidores com CDBs de alto rendimento. Wikipédia+1
Na prática, isso significa que muita gente confiou em um produto que parecia seguro e atrativo, mas que por trás podia haver um esquema insustentável.
Prisão do dono do banco e repercussão
No meio das investigações, a PF prendeu o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em São Paulo, acusando-o de envolvimento direto nos crimes investigados. InfoMoney+2CNN Brasil+2
Essas cenas de empresários sendo presos, polícia cumprindo mandados e notícias sobre fraude mexem com a nossa confiança. Quem tinha dinheiro no Master se sente enganado, traído, e se pergunta:
- “Se até um banco pode cair, em quem eu confio?”
- “Será que meu dinheiro está seguro em outros bancos?”
Essas perguntas são legítimas. E é justamente por causa desse tipo de situação que existe o FGC.
O que é, na prática, a liquidação extrajudicial do Banco Master?

Vamos imaginar uma situação do dia a dia.
Pense que você tem uma pequena loja de bairro. Um dia, você percebe que as contas ficaram maiores do que o que você consegue pagar. A mercadoria foi comprada fiado, o aluguel está atrasado, os funcionários não receberam. Em vez de simplesmente fugir, alguém entra, assume a administração e começa a:
- Listar tudo o que a loja deve
- Listar tudo o que a loja tem
- Organizar o fechamento, tentando pagar o máximo possível de forma justa
Algo parecido acontece com o banco em liquidação extrajudicial.
O que muda a partir da liquidação
Quando o Banco Central decreta esse regime, acontece o seguinte: InfoMoney+2Lift Challenge+2
- O banco para de funcionar normalmente
- Os contratos e dívidas são “congelados”
- Os vencimentos passam a ser geridos pelo liquidante
- A instituição é retirada, de forma organizada, do Sistema Financeiro Nacional
Os clientes não podem mais usar o banco como antes. É como se as portas tivessem sido fechadas ao público para começar uma grande auditoria e liquidação.
Quem assume o comando do banco agora
O Banco Central nomeia uma empresa ou profissional especializado — o liquidante — para administrar o fim da instituição. No caso do Master, foi designada uma empresa com experiência em regimes especiais, com poderes amplos para gerir e liquidar o banco. InfoMoney+2A Gazeta+2
Essa pessoa ou empresa é quem vai:
- Organizar os ativos (bens, créditos a receber, investimentos do próprio banco)
- Conferir as dívidas e obrigações
- Trabalhar junto com o FGC para viabilizar o pagamento aos credores cobertos
Quem são os clientes afetados e quais valores estão em jogo?
As notícias falam de 1,6 milhão de credores, com valores elegíveis ao FGC somando cerca de R$ 41 bilhões. CNN Brasil+2TV Brasil+2
Tipos de clientes atingidos
Entre os atingidos, estão:
- Pessoas físicas com CDBs do Banco Master
- Pessoas jurídicas (empresas) que investiram em produtos do banco
- Clientes que tinham conta corrente ou poupança
- Investidores que compraram papéis do Master por meio de outras instituições financeiras
Há relatos, por exemplo, de bancos e fintechs notificando clientes que tinham ativos do Master em suas carteiras, explicando sobre o acionamento do FGC e os limites de cobertura. CNN Brasil+1
Diferença entre “cliente do banco” e “credor coberto pelo FGC”
É importante entender que nem todo mundo que tinha relação com o Master está na mesma situação:
- Cliente típico com CDB, conta ou poupança – Em geral, tem cobertura do FGC até os limites previstos em lei.
- Investidor com valores muito altos em CDB – Pode receber só até o teto do FGC; o restante entra na fila comum da liquidação.
- Clientes de outros serviços ligados ao grupo – Podem ter impactos indiretos, mas nem sempre terão cobertura do FGC. InfoMoney+2Agência Brasil+2
Como funciona o FGC para quem tinha dinheiro no Banco Master?

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é uma espécie de seguro coletivo, mantido pelos próprios bancos, para proteger os clientes em casos extremos, como intervenção, liquidação ou quebra de instituição financeira. InfoMoney+1
Limites de cobertura do FGC
As regras gerais do FGC são: InfoMoney+2Metrópoles+2
- Até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira
- Limite global de R$ 1 milhão por CPF a cada período de 4 anos (para somar todos os resgates em diferentes bancos)
Ou seja:
- Se você tinha R$ 50 mil em CDB do Master, dentro das regras, a tendência é que o FGC cubra.
- Se você tinha R$ 400 mil, o FGC, em tese, cobre até R$ 250 mil. O restante entra na conta da liquidação.
- Se você já recebeu dinheiro do FGC de outros casos recentes, esse valor entra na conta do limite global de R$ 1 milhão em 4 anos.
Quais produtos o FGC cobre
Em linhas gerais, o FGC cobre: InfoMoney+1
- Conta corrente
- Poupança
- CDB
- RDB
- LCI, LCA
- Letras de câmbio, letras hipotecárias, entre outros produtos similares
Cada caso concreto precisa ser analisado, mas esses são os produtos mais comuns.
Etapas para pedir o dinheiro de volta por meio do FGC
Agora vamos ao que mais preocupa: o que o cliente precisa fazer.
1. Aguardar a organização inicial dos dados
O pagamento não é imediato. O FGC precisa receber do liquidante a lista de credores, com os valores corretos, agrupados por CPF ou CNPJ. Esse processo costuma levar algumas semanas. Em muitos casos, fala-se em algo como até 30 dias úteis para início dos pagamentos, mas isso pode variar. InfoMoney+2Gazeta do Povo+2
2. Verificar as orientações do seu banco ou corretora
Se você investiu no Master por meio de outra instituição (como banco digital, corretora ou plataforma de investimentos), é bem provável que receba: CNN Brasil+1
- E-mail explicando o que aconteceu
- Aviso no aplicativo
- Orientações sobre como será o processo de resgate via FGC
Mantenha seus contatos atualizados e confira o app ou site da instituição onde você comprou o produto.
3. Consultar o site oficial do FGC
O FGC costuma criar páginas específicas para grandes casos de liquidação, com: Gazeta do Povo+1
- Perguntas frequentes
- Etapas do processo
- Canal para tirar dúvidas
Você pode acessar a página oficial do FGC procurando pelo site do Fundo em um buscador confiável, ou seguir o link indicado pelo seu banco ou corretora.
Exemplo de link externo sugerido para o seu artigo:
Página oficial do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
4. Conferir seus dados e valores
Quando o sistema estiver disponível, o pedido de pagamento costuma exigir:
- CPF ou CNPJ
- Dados bancários de uma conta em outra instituição (para receber o crédito)
- Confirmação do valor a ser ressarcido
É fundamental conferir direitinho se o valor mostrado no sistema bate com o que você tinha aplicado dentro das regras de cobertura.
5. Aguardar o crédito em conta
Depois de confirmar o pedido, o FGC faz o pagamento diretamente na conta indicada, em outro banco. Os prazos costumam ser relativamente curtos após a validação, mas podem variar dependendo do volume de pessoas pedindo ao mesmo tempo. Gazeta do Povo+2Metrópoles+2
E quem tinha mais dinheiro do que o limite do FGC?
Essa é uma das situações mais dolorosas e delicadas.
Quando o FGC não cobre tudo
Se você tinha, por exemplo, R$ 600 mil em CDB do Master, pela regra geral:
- Até R$ 250 mil podem ser cobertos pelo FGC (respeitando o teto global de R$ 1 milhão em 4 anos)
- Os R$ 350 mil restantes viram um crédito na massa liquidanda do banco
Na prática, esse valor acima do limite entra numa fila, e só será pago se, depois da venda de ativos e recuperação de créditos do banco, sobrar dinheiro suficiente. Não há garantia, nem prazo, para isso. InfoMoney+1
O que fazer nessa situação
Minha intenção aqui não é iludir você com promessas fáceis. Em muitos casos de bancos liquidados, quem tem valores acima do limite do FGC:
- Recebe uma parte, depois de muitos anos
- Ou, em alguns casos, não consegue recuperar integralmente o excedente
O que você pode fazer:
- Guardar todos os extratos e comprovantes
- Acompanhar as informações oficiais do liquidante e do Banco Central
- Consultar um advogado especializado em direito bancário para avaliar o seu caso
Não é uma resposta confortável, eu sei. Mas é uma resposta honesta.
O que acontece com contas, boletos, cartões e salário que passavam pelo Master?
Muita gente não tinha apenas investimento no banco. Algumas pessoas:
- Recebiam salário por lá
- Pagavam boletos por débito automático
- Usavam cartão de crédito do banco
- Tinham empréstimos ou financiamentos ativos
Contas e movimentações
Com a liquidação, a operação do banco é interrompida. Isso pode gerar: InfoMoney+2CNN Brasil+2
- Dificuldade para acessar o saldo via app ou site
- Bloqueio de novas operações
- Necessidade de mudar a conta de recebimento de salário
Se esse é o seu caso, vale falar com:
- Seu empregador, para atualizar a conta de recebimento
- As empresas em que você tem débito automático, para ajustar a forma de pagamento
Boletos e empréstimos
Uma dúvida comum é: “Se o banco entrou em liquidação, ainda preciso pagar o empréstimo?”
Em regra, sim. A liquidação não apaga as dívidas do cliente. As condições podem ser revistas pela massa liquidanda, mas não é automático. Como cada situação tem detalhes específicos, é recomendável:
- Aguardar orientação oficial do liquidante
- Buscar ajuda jurídica, se o valor for relevante para a sua vida financeira
Como essa crise do Master afeta outros bancos e o sistema financeiro?
Apesar do tamanho do caso para o FGC, o Banco Central afirma que o Master representa uma fatia pequena dos ativos totais do sistema financeiro (cerca de 0,57%), o que significa que não há indicação de risco de efeito dominó sobre os grandes bancos do país. Bora Investir+1
Impacto para bancos médios e pequenos
Especialistas avaliam, no entanto, que a liquidação do Master deve deixar a fiscalização mais rigorosa sobre bancos de menor porte, que oferecem juros maiores para atrair clientes. Gazeta do Povo+1
Isso pode trazer consequências como:
- Regras mais duras de supervisão
- Aumento de exigências de capital
- Mais transparência sobre riscos
Em termos de confiança, muitos investidores vão ficar mais atentos antes de colocar dinheiro em bancos pouco conhecidos ou que oferecem taxas “boas demais”.
Como se proteger melhor em situações como essa no futuro
Não dá para voltar no tempo e desfazer um investimento, mas é possível aprender, como investidor, alguns cuidados importantes.
1. Verificar sempre se o produto é coberto pelo FGC
Antes de aplicar, pergunte:
- Esse investimento é coberto pelo FGC?
- Em caso de problema com o banco, até quanto eu estaria protegido?
Você pode criar um conteúdo interno no seu blog, por exemplo:
O que é o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e como ele protege seu dinheiro
2. Não concentrar todo o dinheiro em uma única instituição
Mesmo com FGC, concentrar tudo em um só banco aumenta o risco. Espalhar o dinheiro entre instituições sólidas e diferentes tipos de investimento ajuda a reduzir o impacto de um problema isolado.
Você pode ter, por exemplo:
- Uma parte em bancos grandes
- Outra parte em bancos médios, dentro do limite do FGC
- Outra em produtos que não dependem de um único emissor (como alguns fundos, por exemplo, avaliando bem o risco)
3. Desconfiar de promessas de rentabilidade muito acima da média
Rentabilidade alta demais, sem explicar claramente os riscos, é um alerta. No caso do Master, especialistas apontam que havia uma estratégia agressiva de captação de recursos, que acabou colocando o próprio FGC em risco elevado. ICL Notícias+1
Antes de investir, questione:
- Por que estão pagando tão mais do que os outros bancos?
- Qual o risco real por trás desse ganho?
Veja Mais +
- O que é o Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
- Como escolher um banco mais seguro para investir
- Diferença entre CDB de bancos grandes e pequenos
Veja Mais +
- Nota oficial do Banco Central sobre a liquidação do Banco Master Lift Challenge
- Cobertura jornalística explicando o caso Banco Master e a liquidação extrajudicial CNN Brasil+1
- Reportagem sobre o impacto para 1,6 milhão de clientes e os R$ 41 bilhões a serem pagos pelo FGC TV Brasil+1
- Conteúdos de educação financeira sobre segurança em bancos médios e pequenos Gazeta do Povo+1
- Gestora Mubadala Capital avançou nas negociações para a compra do Will Bank do Banco Master. A expectativa é que o anúncio da venda do banco saia até o fim do mês
Conclusão: o que fica de lição para quem é cliente do Banco Master
A situação do Banco Master é dura, dolorosa e mexe com o emocional de muita gente. Não estamos falando apenas de números frios, mas de:
- Dinheiro de emergência
- Poupança de anos
- Sonhos de aposentadoria
- Capital de pequenas empresas
O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, afetando 1,6 milhão de clientes, que receberão R$ 41 bilhões através do FGC, o que mostra a dimensão desse caso. É o maior resgate da história do Fundo Garantidor de Créditos, e vai exigir tempo, paciência e organização. ICL Notícias+2Metrópoles+2
Para quem está diretamente afetado, o caminho passa por:
- Acompanhar as informações oficiais
- Fazer o pedido de ressarcimento ao FGC assim que o sistema estiver disponível
- Avaliar, com calma e, se possível, com ajuda profissional, o que fazer com valores acima do limite de cobertura
Para quem não foi afetado diretamente, fica a lição:
- Entender o papel do FGC
- Evitar concentração exagerada de recursos em um único banco
- Ter cuidado com promessas de rendimento muito acima da média
Mesmo em meio ao medo e à frustração, é possível retomar o controle da própria vida financeira, passo a passo, com informação clara, atitudes práticas e mais consciência na hora de escolher onde colocar o seu dinheiro.
Resumo rápido em bullet points
- O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master após grave crise de liquidez e investigações de fraudes ligadas à operação Compliance Zero da Polícia Federal. CNN Brasil+2Lift Challenge+2
- A medida interrompe o funcionamento normal do banco e inicia um processo de fechamento organizado, com nomeação de um liquidante para administrar a massa do banco. InfoMoney+1
- O caso afeta cerca de 1,6 milhão de clientes com depósitos e investimentos elegíveis, somando cerca de R$ 41 bilhões a serem pagos pelo FGC, no maior resgate da história do Fundo. CNN Brasil+2ICL Notícias+2
- O FGC garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição, limitado a R$ 1 milhão a cada 4 anos por CPF, somando resgates em diferentes bancos. InfoMoney+2Metrópoles+2
- Os pagamentos não são imediatos; o FGC precisa receber a base de dados do liquidante, o que pode levar algumas semanas até o início dos créditos aos clientes. InfoMoney+2Gazeta do Povo+2
- Quem tinha valores acima do limite do FGC pode não recuperar tudo e vira credor da massa liquidanda, entrando numa fila sem prazo garantido para receber. Gazeta do Povo+1
- Clientes podem ser orientados por bancos, corretoras e pelo próprio FGC, por meio de sites oficiais e comunicados, sobre o procedimento para pedir o ressarcimento. CNN Brasil+2Gazeta do Povo+2
- O caso deve aumentar a fiscalização sobre bancos médios e pequenos, reforçando a importância de diversificar investimentos e entender bem os riscos por trás de rentabilidades muito altas. Gazeta do Povo+2ICL Notícias+2
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